Sexo aumenta imunidade e fortalece o coração; veja 8 razões para fazer mais

Além de proporcionar muito prazer, o sexo traz uma série de benefícios para a saúde física e emocional. Transar ajuda a dormir bem, melhora o funcionamento do coração, a sensação de bem-estar e pode aumentar a imunidade.
Na definição da OMS (Organização Mundial de Saúde), a sexualidade é vista como um aspecto central do ser humano durante toda a vida, não apenas na fase reprodutiva. “Se for entendido apenas como coito, o sexo não passa de uma atividade física como outra qualquer, mas vai além disso. É a forma de contato mais íntima que existe”, diz Paulo Tessarioli, psicólogo, terapeuta sexual e presidente da Abrasex (Associação Brasileira dos Profissionais de Saúde, Educação e Terapia Sexual).
Com tantas preocupações na correria do dia a dia, nem sempre as pessoas conseguem entrar no clima e aproveitar o momento de intimidade. “A resposta sexual é uma das primeiras funções do ser humano a ser abalada”, declara o urologista e sexólogo Celso Marzano, autor do livro “O Prazer Secreto” (editora Eden).
A seguir, oito razões para você apostar mais no sexo e esquecer de vez as tensões cotidianas.
1 – Diminui gripes e resfriados
Uma vida sexual ativa é capaz de fortalecer o sistema imunológico. Manter relações sexuais uma ou duas vezes por semana tem sido associado a níveis mais altos da imunoglobulina A, um importante anticorpo para a imunidade. “Esse fator pode proteger contra resfriados e outras infecções”, diz Marzano.
2 – Melhora a ansiedade
Transar funciona como um eficiente calmante. Durante o sexo, ocorre a liberação da ocitocina, hormônio que ajuda a relaxar. A tranquilidade e a relação de segurança que se formam no ato sexual contribuem para reduzir a ansiedade. “Investir na sexualidade faz com que as pessoas se sintam menos ansiosas”, fala Tessarioli.
3 – Reduz o estresse
Diferentes estudos relacionam a atividade sexual à redução do estresse. A sensação de relaxamento desencadeada no sexo ultrapassa o momento do orgasmo. Em uma pesquisa publicada em 2006, Stuart Brody, professor de psicologia da Universidade Charles, em Praga, na República Tcheca, observou menor pressão arterial e reação ao estresse entre as pessoas que fizeram sexo com penetração vaginal. “Esse efeito não foi observado em pessoas que tiveram outras atividades sexuais como a masturbação”, afirma Brody.
4 – Aumenta a generosidade
A ocitocina, também conhecida como “hormônio do amor”, também ajuda a construir confiança e vínculos afetivos. A substância é responsável por aquela vontade de não desgrudar do parceiro depois do sexo e tem sido relacionada ao sentimento de generosidade.
5 – É bom para o humor
Cara feia nem sempre é fome, talvez seja mesmo falta de sexo. A satisfação sexual influencia no bem-estar, na felicidade e no estado de humor. “Quando as pessoas estão satisfeitas ficam mais distantes de estados deprimidos do humor. É uma forma de se blindar contra problemas como a depressão”, fala Tessarioli.

6 – Fortalece o coração
O exercício sexual melhora o sistema cardiovascular e consequentemente toda a circulação corpórea, diminuindo as chances de infarto. “Pesquisadores da Inglaterra descobriram que fazer sexo duas ou mais vezes por semana reduziu o ataque cardíaco fatal pela metade nos homens, em comparação com aqueles que tinham relações sexuais menos de uma vez por mês”, declara o urologista e sexólogo Celso Marzano.
7 – Mais contato emocional e parceria
Por meio do sexo, é possível se conectar emocionalmente com o parceiro. “Esse é um dos poucos momentos em que existe contato físico e emocional ao mesmo tempo, uma intimidade que ajuda no autoconhecimento”, afirma Tessarioli. A ligação que existe na prática sexual contribui para o fortalecimento das relações e do convívio. Quanto mais sexo, mais parceria entre o casal.
8 – Relaxa e melhora o sono
Logo depois do sexo é comum sentir sono e relaxamento. E os efeitos podem durar além do período imediatamente após o ato. O sexo ajuda a dormir melhor porque a ação da ocitocina durante o orgasmo também promove o sono, segundo Marzano.
Leia mais em: http://zip.net/btsrWH

Publicado em Sem categoria | Deixar um comentário

Quem nunca teve problemas com as redes socias

Saiba como tornar a relação à prova de redes sociais

As redes sociais são capazes de encurtar distâncias, promovendo o contato rápido e fácil entre as pessoas. Mas, dependendo da forma como são usadas, também favorecem o acontecimento de atritos e prejudicam os relacionamentos, principalmente os amorosos, afastando os casais.

É o que diz a pesquisa “The Impact of Twitter Use on Relationship Infidelity and Divorce ” (“O Impacto do Uso do Twitter na Infidelidade e no Divórcio”, em tradução livre do inglês), realizada por Russel Clayton, da Universidade de Missouri, nos Estados Unidos, em 2014. Durante o estudo, Clayton entrevistou 581 usuários do microblog e constatou que os que o acessavam com maior frequência enfrentavam mais problemas com seus companheiros.

Segundo os especialistas ouvidos por UOL Comportamento, a afirmação não precisa ser tomada como regra. Estabelecendo alguns combinados desde o início do romance e sendo franco com o par, pode-se manter o relacionamento imune aos problemas ocasionados pela utilização frequente das redes.

Conheça cinco estratégias para proteger a relação.

1- Estabeleça acordos

Melhor do que lidar com problemas é conversar abertamente com o par e estabelecer combinados sobre o uso das redes sociais.

“O diálogo é a melhor forma de encontrar estratégias para a manutenção da qualidade da relação amorosa”, afirma a psicóloga Michele Terres Trindade, membro do Núcleo de Estudos em Casais e Famílias do Programa de Pós-Graduaçãoem Psicologia Clínicada Unisinos (Universidade do Vale do Rio dos Sinos), no Rio Grande do Sul.

Porém, é importante manter o espaço para negociações sempre aberto, afinal, alguns tratos nem sempre funcionam e precisam ser aprimorados.

2 – Não ignore os sentimentos do par

Depois de conversar com o par, tomar conhecimento de tudo o que o incomoda e de estabelecer os acordos de uso das redes sociais, é fundamental cumpri-los e ficar atento aos pequenos gestos despretensiosos que podem gerar atrito, como aceitar algum desconhecido como amigo ou comentar a publicação de uma pessoa de quem o parceiro não gosta.

É igualmente válido analisar a forma como tem usado as redes sociais e tomar cuidado com o que publica. “Usar o perfil para fazer ciúme e provocar o companheiro é puro desrespeito”, fala a psicóloga Belinda Mandelbaum, coordenadora do Laboratório de Estudos da Família da USP (Universidade de São Paulo).

Indiretas, cobranças, críticas e demonstrações excessivas de afeto não são bem-vindas. “As redes sociais não são locais apropriados para expor a intimidade do casal”, declara a psicóloga clínica Karla Haack.

3 – Seja honesto se algo não agradar

Se mesmo depois do papo franco, você vir algo de que não goste no perfil do parceiro, não espere ele adivinhar o motivo do descontentamento. Seja honesto e aponte o que causou o incômodo.

O único cuidado é que o bate-papo seja presencial. “Usar as redes sociais para resolver conflitos gera novos mal-entendidos, já que algumas mensagens poderão ser distorcidas”, fala a psicóloga Karla.

4 – Pense antes de reclamar

Para evitar conflitos desnecessários, não exagere nas reações. Um “curtir” não significa que o par esteja interessado em outra pessoa.

“Entenda que o parceiro tem uma vida social independentemente da relação amorosa e que isso é saudável”, afirma Karla Haack.

A orientação da especialista é não se deixar levar pelo impulso e partir para uma discussão. Nesse ponto, quanto mais claras forem as combinações do uso das redes sociais para o casal, maior será a probabilidade de existir confiança entre os dois e de a relação seguir saudável e tranquila.

“Aquele que se sente enciumado diante das ‘curtidas’ e conversas do parceiro com os amigos pode procurar ajuda profissional para aprender a lidar com a questão”, diz Michele.

5 – Use com moderação

Deixar o parceiro em segundo plano enquanto atualiza freneticamente a “timeline” dos perfis nas redes sociais não é saudável para a relação. “Por mais que as redes não envolvam outros relacionamentos amorosos, podem fazer com que a pessoa se distancie do par, sem nem se dar conta”, afirma Belinda, da USP.

Por fim, é importante não se tornar um “stalker” (assediador, em inglês) do parceiro nas redes, pois a vigilância constante pode fazer com que ele sinta-se invadido. “Respeitar o espaço do par é imprescindível para manter um relacionamento sadio”, diz Karla.

As redes sociais são mesmo o problema?

Se um casal enfrenta problemas com as redes sociais, é interessante que verifique se não existem outras questões subjacentes dificultando a relação.

Um bom teste é desativar os perfis. Caso os conflitos persistam após a medida, é provável que a rede tenha apenas desencadeado as brigas. Nesse caso, de acordo com a psicóloga Karla Haack, excluir o perfil da rede social não elimina a desconfiança, a insegurança ou as dúvidas em relação à fidelidade do parceiro.

 

Ai vão doze dicas.

Imagem 1/12: Os casais têm acordos –explicitamente combinados ou implícitos– que regem a relação. No entanto, algumas circunstâncias do dia a dia podem colocar o relacionamento à prova sob o peso da palavra “traição”, mas não deveriam. Veja, a seguir, dez situações que não deveriam ser levadas tão a sério. Por Heloísa Noronha, do UOL, em São Paulo . 

Imagem 2/12: FLERTAR COM OUTRA PESSOA EM UMA FESTA: se a situação se limita somente à troca de olhares, sem nenhuma real intenção de ter qualquer tipo de envolvimento com a pessoa, qual é o problema? Trata-se de uma paquera inocente, que não só eleva a autoestima de quem pratica como serve como combustível para impulsionar a libido do casal, principalmente para aqueles que estão em uma relação longa. Pode ser encarada como uma brincadeira, sem nenhuma consequência, que ajuda quem é mais reprimido a tomar uma atitude mais ousada e divertida com o par . 

Imagem 3/12: VER PORNOGRAFIA: hoje, com a profusão de imagens, filmes e vídeos eróticos disponíveis na internet, todo mundo pode consumir pornografia facilmente. E esse fato jamais deveria ser considerado uma traição, principalmente se não provocar desinteresse ou afastamento entre o casal. Não há contato físico com os atores das produções e, na maior parte das vezes, trata-se de curiosidade, mesmo. Além disso, o material pode servir de incentivo para o casal conversar mais abertamente sobre sexo e colocar em prática suas fantasias. 

Imagem 4/12: IR A HAPPY HOURS SEM O PAR: é o tipo de programa que costuma ser visto com implicância por parceiros controladores e inseguros, que veem qualquer situação da qual não participam como uma ameaça. As possíveis tentações, no entanto, são mais frequentes na cabeça do ciumento do que na realidade. E há, ainda, uma sugestão implícita, bastante difundida por nossa cultura e pela Igreja Católica, que as duas partes de um casal devem se tornar um só. Perder a individualidade em prol da relação parece romântico. Mas, na prática, podar o par e afastá-lo de pessoas e atividades dos quais a pessoa gosta pode, pouco a pouco, sufocar e acabar com o romance. Viver situações sociais fora do vínculo afetivo é saudável e estimulante para os dois . 

Imagem 5/12: MANTER CONTATO COM “EX”: se houver filhos, por exemplo, haverá a necessidade constante de contato, e aceitar o isso é uma obrigação. E o fato de ser avisado sobre a comunicação com o antigo par (com ou sem filhos) deveria ser encarado como um voto de confiança, como uma prova de que não há nada a ser escondido entre o casal. Um ex-casal pode manter uma amizade, sim. Obviamente, as intenções dos envolvidos devem ser consideradas, pois qualquer situação que possa desestabilizar a relação deve ser discutida e avaliada pelo casal . 

 

Imagem 6/12: CURTIR FOTOS E FAZER ELOGIOS NAS REDES SOCIAIS: estamos vivendo em uma sociedade com estímulos visuais, vindos de todos os cantos. É natural que uma ou outra imagem em uma rede social chame a nossa atenção. Curtir e fazer um elogio, para muita gente, é algo que faz parte de seu estilo de sociabilização virtual. Se não houver uma segunda intenção nos comentários e se essa atitude é comum com várias pessoas, não há necessidade de se preocupar . 

Imagem 7/12: OLHAR PARA ALGUÉM NA RUA: para muitos, olhar para uma pessoa atraente é algo automático, mecânico e sem nenhuma intenção. Acusar uma pessoa de infidelidade ou de ter vontade de trair apenas por ter olhado alguém na rua é uma atitude infantil e exagerada. Se o par tem um histórico de infidelidade e atitudes desrespeitosas, mais importante do que brigar é repensar a relação e se perguntar se vale a pena mantê-la. 

Imagem 8/12: O PAR TER UM(A) AMIGO(A) QUE VOCÊ CONSIDERA UM(A) CONCORRENTE: muitas amizades nasceram antes de relacionamentos amorosos e, embora seja muito difícil de aceitar para alguns, são fortes, duradouras, afetuosas e bastante íntimas. Nem por isso, no entanto, indicam que vão se transformar em um romance. É preciso aceitar que existem fatos da vida do amigo que o par não vai contar para você, por respeito e lealdade a ele (ou ela). Aceite que, certamente, seu par não lhe conta tudo o que pensa e sente, pois algumas coisas são divididas apenas com amigos. E você deve fazer o mesmo com os seus, certo?  

Imagem 9/12: USAR BRINQUEDOS ERÓTICOS A SÓS: a sexualidade de qualquer pessoa não se restringe aos momentos divididos com o parceiro. A masturbação, com ou sem apetrechos sexuais, é um exercício saudável e importante de autoconhecimento que não substitui a relação sexual com o par. Além disso, pessoas que se dispõem a conhecer o próprio corpo, em geral, são melhores na cama, pois sabem quais são seus desejos e tendem a querer desvendar os alheios .

 

Imagem 10/12: FAZER GRACINHAS COM COLEGAS DE TRABALHO: as pessoas passam a maior parte do seu tempo no trabalho. Então, nada mais natural que amizades se desenvolvam, algumas com uma dose extra de intimidade do que outras. Piadas, gracejos e brincadeiras, alguns maliciosos ou de duplo sentido, não significam necessariamente desrespeito ao par ou são sinal de uma intenção sexual

 

Fonte: bol.com.br  /Orlando/UOL

 

Publicado em Sem categoria | Deixar um comentário

O sexo esfriou ?

DICAS PARA ESQUENTAR O RELACIONAMENTO

Hábitos e acontecimentos corriqueiros que, aparentemente, não têm nada a ver com a libido do casal podem interferir significativamente na performance sexual. Aprenda a lidar com dez desses vilões. Por Louise Vernier e Rita Trevisan, do UOL, em São Paulo

ROTINA: quando é prazerosa, a rotina demonstra que a relação do casal está saudável. Mas a partir do momento em que um dos pares (ou ambos) já não tem interesse em saber como o outro está e não cuida do relacionamento, a vida sexual pode naufragar. “Após um tempo juntos, devido à estabilidade e às tarefas cotidianas, alguns casais começam a postergar a atividade sexual. Um dia porque estão cansados, no outro porque precisam cuidar dos filhos e, quando se dão conta, já não transam mais”, diz o terapeuta sexual Diego Henrique Viviani, professor do Inpasex (Instituto Paulista de Sexualidade). “Embora muitas pessoas tenham preconceito com essa estratégia, marcar uma data para fazer sexo é uma ótima saída para driblar a rotina. É preciso criar situações para estar junto com o par e curtir o relacionamento, caso contrário, ele continuará em segundo plano”, explica o especialista Caio Borges/UOL

PREGUIÇA: vez ou outra, ceder à preguiça devido ao cansaço não é um problema. Mas é preciso tomar cuidado para que ela não vire desculpa para a falta de desejo e afete o relacionamento. “Se essa atitude se tornar frequente, o par poderá se sentir desvalorizado”, afirma o terapeuta sexual Diego Henrique Viviani. Segundo ele, é compreensível que, em certas ocasiões, seja inviável driblar o cansaço e engatar um sexo prazeroso. Mas, em outras, vale a pena fazer um esforço para vivenciar esse momento. “Pode ser que o sexo não seja fenomenal, mas é possível aproveitar as carícias e curtir. Basta se deixar envolver”, diz Viviani

FALTA DE DINHEIRO: ficar sem um tostão para arcar com as despesas ou ter de se privar de algumas coisas de que gosta por estar com o dinheiro contado é estressante e derruba a autoestima. “A tristeza e o nervosismo, decorrentes da situação, evidentemente afetam a libido”, explica o ginecologista e sexólogo Amaury Mendes Jr., professor do Ambulatório de Sexualidade da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Para evitar que a vida sexual vá por água abaixo e o parceiro comece a achar que o problema é com ele, o psicólogo Roberto Mendes Guimarães, especializado em Sexualidade Humana e professor da Unicentro (Universidade Estadual do Centro-Oeste), sugere manter um diálogo aberto. “A falta de comunicação é o que geralmente acarreta mais problemas entre o casal”, diz. Além disso, quanto mais unidos, mais facilidade o casal terá para encontrar uma solução para o problema financeiro

 

ANSIEDADE: seja por conta dos problemas do dia a dia ou devido à vontade de impressionar o parceiro na cama, a ansiedade pode afetar muito a vida sexual, provocando problemas como ejaculação rápida ou falta de ereção. “A atividade sexual exige relaxamento e calma. Diante de tensões, o organismo coloca o corpo em estado de alerta e o sangue vai para as extremidades. Mas o pênis precisa de boa circulação para ficar ereto”, declara o terapeuta sexual Diego Henrique Viviani. No caso das mulheres, a consequência da ansiedade é a dificuldade de conseguir uma boa lubrificação. O conselho do psicólogo Roberto Mendes Guimarães é tentar deixar a preocupação de lado. “Para sentir e proporcionar prazer, deixe as coisas fluírem e aproveite o momento”, afirma Caio Borges/UOL

INSATISFAÇÃO PROFISSIONAL: é comum que pessoas descontentes com o trabalho tenham sua autoestima afetada. Alterações de humor também são comuns. E tudo isso diminui a libido e a disposição para o sexo. A melhor solução para fugir dessa cilada é atacar o gerador da insatisfação. “Avalie se o problema está em você ou no seu emprego. Depois, pense em alternativas que estejam ao seu alcance para modificar a situação”, diz o psicólogo Roberto Mendes Guimarães. Se a insatisfação for decorrente de algum desentendimento no ambiente corporativo, procure resolver diretamente com o colega. Mas se o problema for com a empresa ou a profissão, em alguns casos, pense em uma mudança, mas com cautela

ALIMENTAÇÃO: alguns sintomas decorrentes da má alimentação causam indisposição e não combinam com sexo. É o caso da azia, da má digestão, do estufamento e da formação de gases. Daí a importância de ingerir alimentos saudáveis e evitar consumir porções exageradas de comida, principalmente antes de ir para a cama. “Ingerir comida em excesso deprime o sistema nervoso central, responsável pelo bom funcionamento do organismo. A má alimentação colabora para o entupimento das artérias, como a do pênis, prejudicando a ereção”, explica o ginecologista e sexólogo Amaury Mendes Jr. A ereção afetada por esse motivo não é comum, mas acontece Caio Borges/UOL

 

SEDENTARISMO: se levar em consideração que o sexo também é uma atividade física, será fácil chegar à conclusão de que, quanto mais você se exercitar, mais disposição terá para transar. Sem contar que, conforme explica o ginecologista e sexólogo Amaury Mendes Jr., a prática de exercícios também libera substâncias como a serotonina, que aumentam a autoestima, a sensação de bem-estar e a excitação. “Existem, ainda, os benefícios estéticos, que contribuem para aumentar ainda mais a autoestima e a disposição sexual”, afirma o especialista

 

BEBIDAS ALCOÓLICAS: o álcool é uma droga depressora e, em excesso, diminui a percepção sensorial (afetando os cinco sentidos), que é imprescindível para o sexo. Segundo o ginecologista e sexólogo Amaury Mendes Jr., a substância também degrada mais rápido a testosterona, hormônio masculino diretamente relacionado à libido. “Em altas quantidades, a bebida pode prejudicar a resposta do organismo, fazendo com que o orgasmo demore mais tempo para acontecer. Também podem ocorrer problemas de ereção e falta de lubrificação”, fala o terapeuta sexual Diego Henrique Viviani Caio Borges/UOL

TRATAMENTO MÉDICO: antidepressivos e medicações para o tratamento de doenças crônicas, como hipertensão e úlcera, podem alterar a função hormonal, diminuindo a libido. Remédios para calvície e alguns anticoncepcionais também podem afetar o desejo sexual e baixar a taxa de testosterona. “Se isso ocorrer, não interrompa o tratamento. Procure o seu médico, que poderá avaliar a necessidade de alterar a dose ou mudar a medicação”, declara o psicólogo Roberto Mendes Guimarães

FALTA DE PRIVACIDADE: casais que têm filhos pequenos podem ficar tensos e com receio de que as crianças entrem no quarto no meio da noite. Mas, para que essa insegurança não esfrie a vida sexual dos adultos, é fundamental que o casal crie uma rotina e que tenha seus momentos de intimidade preservados. “Sair de vez em quando por algumas horas, para curtir e namorar (e deixar as crianças com a babá, avós ou outras pessoas de confiança), é uma medida eficiente para manter o relacionamento e a intimidade preservados”, afirma o psicólogo Roberto Mendes Guimarães. Clique no MAIS para ver erros comuns que os pais cometem Caio Borges/UOL
fonte: http://zip.net/bpqYdM

Publicado em Sem categoria | 4 comentários

Ida ao sex shop ainda é tabu

Os famosos sex shops são estabelecimentos que vendem de tudo quando o assunto é sexo. No entanto, as idas a essas lojas especializadas em produtos eróticos ainda é tabu na região. Em Volta Redonda, proprietários e funcionários contam como é a busca por produtos desta linha.

De acordo com a vendedora de um sex shop, Valéria Binhoti, as pessoas ainda são resistentes quando o assunto é entrar e conhecer uma loja ou até mesmo comprar produtos de sex shop.

- O público em Volta Redonda ainda é tímido. As mulheres aqui da cidade ainda tem muita resistência em vir a um sex shop. A maioria faz isso para agradar ao homem e não por vontade própria – disse.

Para Valéria, as mulheres ainda não aceitam gostar de sexo e acabam se reprimindo quando o assunto é esse.

- Muitas vêm à loja, mas não estão à vontade, buscam algo para o parceiro, e com isso acabam não inovando na cama. A mulher se acomoda e para o homem as coisas deixam de ser novidade muito rápido – comentou.

- Às vezes a mulher se veste de policial, por exemplo, mas não sabe agir, incorporar o personagem, tem medo – acrescentou.

Na opinião da vendedora, as mulheres teriam que se permitir “um pouco mais” quando o assunto é sexo.

- As mulheres devem se olhar mais, se curtir, experimentar, se tocar mais, ou seja, amar mais – falou.

Rafael Pires, dono de um sex shop, disse que a maior dificuldade encontrada para abrir o estabelecimento em Volta Redonda foi a cultura e os costumes de uma cidade do interior.

- Quando abrimos a loja, há cerca de três anos, essa questão de ser cidade pequena, onde todo mundo se conhece atrapalhou bastante. As pessoas não vinham, mas fizemos um trabalho de divulgação para atrair o público. Agora é que as pessoas estão com a mente um pouco mais aberta, mas, em Volta Redonda, ainda há resistência – revelou.

Um empurrãozinho

Se as pessoas estão mais abertas ao sexo, alguns produtos como filmes e livros dão um empurrãozinho para ajudar a alavancar as vendas de acessórios eróticos. Um exemplo disso é a trama literal: “50 Tons de Cinza”.

Segundo dados da Abeme (Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico), o sucesso da história sobre Christian Grey, um empresário bem sucedido que é fã de práticas sadomasoquistas, não impulsionou só a venda nas livrarias, mas também nos sex shops. O aumento na procura por algemas, máscaras, chicotes e mais tantos outros brinquedinhos de dominação sexual cresceram cerca de 20%.

De acordo com Rafael Pires, o livro também estimulou a curiosidade. Aumentando a procura, em sua loja, por livros e informativos sobre Kama Sutra e Pompoarismo – técnica erótica de contração vaginal.

A vendedora Valéria Binhoti disse que o filme “De Pernas Pro Ar” também foi outra “ferramenta” que incentivou a ida delas aos sex shops.

- O filme “De Perna Pro Ar” tanto o um quanto o dois, chamam muita atenção. As mulheres vêm à procura por estimuladores clitorianos e vibradores – informou.

Segundo Daiane Olga, vendedora de outra loja especializada em artigos eróticos, o filme e o livro chamaram a atenção das pessoas.

- O livro é muito comentado, e os produtos de sadomasoquismos têm saído bastante. Mas o que teve mais sucesso foi o filme “De Pernas Pro Ar”, principalmente o primeiro, que teve uma maior divulgação pela mídia. As mulheres vinham procurando o coelhinho do filme, e agora é muito mais comum a venda de ursinhos eróticos – contou.

Arlindo Novais

 

arlindo@diariodovale.com.br

fonte: http://www.diariodovale.com.br

Publicado em Sem categoria | 1 comentário

A mais nova sex shop de Pelotas

Bem vindo a Pontosex aqui você vai encontrar muitos produtos que vão apimentar sua transa.

Solte sua imaginação, transar faz bem para a saúde, suas noites nunca mais serão as mesmas.

Divirta-se !!!

 

Faça sexo seguro, use camisinha!

Email:contatopontosex@bol.com.br

Publicado em Sem categoria | 5 comentários